Para Gabriel Luciano, irmão de Ana Lívia, a jovem aprendeu bastante com o episódio.A adolescente de 16 anos voltou nesta sexta (13) a São Paulo, acompanhada da família.
O produtor musical Gabriel Dib Luciano, irmão da menina Ana Lívia Destéfani Luciano, que fugiu de casa em São Paulo e foi encontrada em Santa Catarina, diz que apesar do susto, a jovem de 16 anos “aprendeu bastante” com o caso. “Ela vai ter que aprender a conviver com isso, mas vai passar rápido. Acho que o episódio deixou portas abertas para várias conversas”.
Veja o percurso das estudantesO produtor musical de 27 anos, que é irmão por parte de pai de menina, voltou nesta sexta-feira (13) junto com a jovem, seu pai e a mãe da menina de Florianópolis, em Santa Catarina. Ana Lívia e Giovanna Maresti Sant’anna, de 15 anos, foram encontradas na quinta-feira (12) em um hotel em Curitibanos. Giovanna continua em Florianópolis, acompanhada da mãe, a atriz Kelly di Bertolli. Segundo sua família, a jovem só deve voltar a São Paulo no domingo (15).
“Elas saíram de São Paulo porque queriam respirar, estavam com várias questões, não só de adolescentes, mas de qualquer ser humano. Tinham insatisfações com o colégio, com a cidade grande, o trânsito, a poluição, queriam alguns dias para elas”, conta Gabriel. Ele acredita que as duas soubessem de toda a preocupação que poderiam causar, mas que pensaram mais nelas mesmas. “Elas resolveram pagar esse preço, porque se entrassem em contato as famílias poderiam ir atrás. Não acho que seja de todo incorreto”.
Reencontro
O rapaz conta que o maior sentimento foi de alívio por ver que ela estava bem. “Agora precisamos seguir a vida, conversar. Ela sabe que vai ter que ficar em casa agora durante um tempinho”, disse Gabriel, que espera voltar ao trabalho ainda nesta sexta, depois de três dias sem trabalhar, envolvido na procura da adolescente.
Ana Lívia encontrou seus pais no Conselho Tutelar de Curitibanos por volta das 15h15, depois foi até a delegacia e logo após foi liberada. Já Giovanna encontrou a mãe, a atriz Kelly di Bertolli, por volta das 16h30 da quinta na Delegacia da Mulher da cidade. No encontro, as duas se abraçaram e Giovanna falou à mãe que a amava.
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Segundo o irmão de Ana Lívia, uma das conseqüências da grande exposição do caso foi a interferência de pessoas de todos os lugares, fazendo comentários desagradáveis. “As pessoas não sabem da história toda, falam mal, deixam recados desagradáveis no Orkut. Mas também tem gente que entende, e acha bom que ela voltou”. Apesar disso, ele acredita que a razão das meninas terem sido reencontradas foi a divulgação do sumiço na imprensa.
Procura
As garotas deixaram de manter contato com a família após sair de uma sessão de cinema, na Rua Augusta, na região central de São Paulo, no dia 5 de junho. Após a sessão, elas pediram carona a um outro estudante que esperava pelo pai, que as levou até o terminal de ônibus da Barra Funda.
Após a família registrar o desaparecimento na polícia, as jovens foram reconhecidas pelo dono do hotel onde se hospedaram na cidade de Curitibanos, em Santa Catarina. Ao ver as meninas, ele chamou a polícia que as levou para o Conselho Tutelar da cidade.
Ana Lívia e Giovanna relataram à polícia que pegaram mais de dez caronas com caminhoneiros e carros particulares e afirmaram não terem tido problemas como assédio ou roubo. De acordo com a polícia, elas disseram ter vendido uma câmera fotográfica por R$ 100 e também um Ipod e um celular durante a viagem para poder ter dinheiro.
sexta-feira, 13 de junho de 2008
Interpol diz saber de roubo, mas não ter sido notificada
Assessoria da Polícia Federal diz que até as 12h não notificou a Interpol. Para isso, aguarda ofício da polícia de SP relatando o crime.
A Secretaria Geral da Interpol, com sede em Lyon, na França, informou, por meio de sua assessoria de imprensa, que já está em contato com o escritório da Interpol em Brasília a respeito do roubo das quatro obras de arte da Estação Pinacoteca, no Centro de São Paulo. Entretanto, segundo a assessoria de imprensa da Polícia Federal, até as 12h desta sexta-feira (13) – quase 24 horas após o assalto –, a PF não havia recebido um comunicado oficial da polícia de São Paulo informando o ocorrido.
De acordo com a assessoria de imprensa da PF, apenas após o recebimento desse ofício, com detalhes sobre o crime e as características das obras, é que a Interpol será notificada oficialmente sobre o ocorrido. Sem o ofício, um alerta aos portos e aeroportos do Brasil também não pode ser emitido. A fiscalização segue normal, sem qualquer alteração, segundo a PF.Apesar de a assessoria de imprensa da Secretaria Geral da Interpol informar que a polícia internacional já sabe do crime, não confirma se um alerta sobre o roubo foi emitido para seus 186 países-membro, a exemplo do que fora realizado quando dois quadros do Masp foram furtados em 20 de dezembro de 2007. Um alerta a respeito do roubo também não foi publicado em seu site na internet. Entretanto, segundo a Interpol, uma notificação aos seus 186 países integrantes pode ocorrer independente da publicação no site. Em entrevista à imprensa na noite de quinta-feira (12), o diretor do Departamento de Investigações sobre Crime Organizado (Deic), Youssef Abou Chahin, havia informado que a PF em portos e aeroportos foi avisada para evitar que as duas gravuras e as duas pinturas deixem o país. "Avisamos (as autoridades) em portos e aeroportos. Não sabemos qual é a finalidade que vão dar a essas obras", disse ele. O roubo ocorreu por volta de 12h30 de quinta-feira. Depois desse horário, o edifício da Estação Pinacoteca foi fechado. Armados, os criminosos levaram o óleo sobre cartão de Di Cavalcanti “Mulheres na janela” (1926), duas gravuras do pintor espanhol Pablo Picasso, “O pintor e seu modelo” (1963) e “Minotauro, bebedor e mulheres” (1933), e um guache sobre cartão do pintor naturalizado brasileiro Lasar Segall, “Casal” (1919). Juntas, as obras foram avaliadas em R$ 1 milhão.
De acordo com a assessoria de imprensa da PF, apenas após o recebimento desse ofício, com detalhes sobre o crime e as características das obras, é que a Interpol será notificada oficialmente sobre o ocorrido. Sem o ofício, um alerta aos portos e aeroportos do Brasil também não pode ser emitido. A fiscalização segue normal, sem qualquer alteração, segundo a PF.Apesar de a assessoria de imprensa da Secretaria Geral da Interpol informar que a polícia internacional já sabe do crime, não confirma se um alerta sobre o roubo foi emitido para seus 186 países-membro, a exemplo do que fora realizado quando dois quadros do Masp foram furtados em 20 de dezembro de 2007. Um alerta a respeito do roubo também não foi publicado em seu site na internet. Entretanto, segundo a Interpol, uma notificação aos seus 186 países integrantes pode ocorrer independente da publicação no site. Em entrevista à imprensa na noite de quinta-feira (12), o diretor do Departamento de Investigações sobre Crime Organizado (Deic), Youssef Abou Chahin, havia informado que a PF em portos e aeroportos foi avisada para evitar que as duas gravuras e as duas pinturas deixem o país. "Avisamos (as autoridades) em portos e aeroportos. Não sabemos qual é a finalidade que vão dar a essas obras", disse ele. O roubo ocorreu por volta de 12h30 de quinta-feira. Depois desse horário, o edifício da Estação Pinacoteca foi fechado. Armados, os criminosos levaram o óleo sobre cartão de Di Cavalcanti “Mulheres na janela” (1926), duas gravuras do pintor espanhol Pablo Picasso, “O pintor e seu modelo” (1963) e “Minotauro, bebedor e mulheres” (1933), e um guache sobre cartão do pintor naturalizado brasileiro Lasar Segall, “Casal” (1919). Juntas, as obras foram avaliadas em R$ 1 milhão.
Segundo militar gay é preso em Brasília por transgressões
Exército confirma prisão do segundo sargento Fernando Figueiredo.Seu companheiro, sargento Laci Araújo, está preso desde a semana passada.
O Exército confirmou que a prisão disciplinar do 2º sargento Fernando de Alcântara Figueiredo, envolvido no primeiro caso assumido de um casal gay na história das Forças Armadas, foi realizada na manhã desta sexta-feira (13), em Brasília.
O Centro de Comunicação do Exército (CComSex) informou que Fernando foi preso por ter se deslocado para São Paulo sem autorização e por se apresentar em público mal uniformizado.
O sargento já está no quartel do Batalhão da Guarda Presidencial, onde cumprirá a pena por oito dias. Na semana passada, seu companheiro, o também 2º sargento Laci Marinho de Araújo, foi preso após deixar uma emissora de TV em São Paulo e trazido para Brasília sob a acusação de deserção.
Segundo o Exército, o sargento Fernando apresentou sua defesa, que não foi aceita pelo diretor do hospital do Exército, onde trabalha.
O Exército divulgou uma nota no início da tarde sobre a prisão do militar.
Leia a íntegra da nota
"Em relação à situação do Sargento FERNANDO ALCÂNTARA DE FIGUEIREDO e cumprindo procedimentos previstos no Regulamento Disciplinar do Exército (RDE) (Decreto-Lei 4346, de 26 de agosto de 2002), plenamente do conhecimento do militar em questão, o seu Comandante imediato determinou a apresentação de suas razões formais de defesa relativas a transgressões disciplinares, praticadas pelo militar e previstas naquele regulamento, tudo em decorrência de sua conduta e envolvimento nos últimos fatos. O militar apresentou suas razões de defesa, dentro do prazo previsto no regulamento, as quais não foram consideradas suficientes e justificadas por seu Comandante. Em conseqüência disso, após a ampla defesa e oportunidade ao contraditório, o militar foi enquadrado e punido com prisão disciplinar. O RDE tem por finalidade, além de especificar as transgressões disciplinares, estabelecer normas relativas a punições disciplinares, comportamento militar das praças, recursos e recompensas. O Exército reafirma que cumpre rigorosamente os instrumentos legais, agindo com impessoalidade e observando os direitos pétreos previstos na Constituição Federal. SEÇÃO DE COMUNICAÇÃO SOCIAL DO COMANDO MILITAR DO PLANALTO EXÉRCITO BRASILEIRO ONTEM, HOJE E SEMPRE! OS MESMOS VALORES, PRINCÍPIOS E IDEAIS."
fonte: g1.com.br
O Exército confirmou que a prisão disciplinar do 2º sargento Fernando de Alcântara Figueiredo, envolvido no primeiro caso assumido de um casal gay na história das Forças Armadas, foi realizada na manhã desta sexta-feira (13), em Brasília.
O Centro de Comunicação do Exército (CComSex) informou que Fernando foi preso por ter se deslocado para São Paulo sem autorização e por se apresentar em público mal uniformizado.
O sargento já está no quartel do Batalhão da Guarda Presidencial, onde cumprirá a pena por oito dias. Na semana passada, seu companheiro, o também 2º sargento Laci Marinho de Araújo, foi preso após deixar uma emissora de TV em São Paulo e trazido para Brasília sob a acusação de deserção.
Segundo o Exército, o sargento Fernando apresentou sua defesa, que não foi aceita pelo diretor do hospital do Exército, onde trabalha.
O Exército divulgou uma nota no início da tarde sobre a prisão do militar.
Leia a íntegra da nota
"Em relação à situação do Sargento FERNANDO ALCÂNTARA DE FIGUEIREDO e cumprindo procedimentos previstos no Regulamento Disciplinar do Exército (RDE) (Decreto-Lei 4346, de 26 de agosto de 2002), plenamente do conhecimento do militar em questão, o seu Comandante imediato determinou a apresentação de suas razões formais de defesa relativas a transgressões disciplinares, praticadas pelo militar e previstas naquele regulamento, tudo em decorrência de sua conduta e envolvimento nos últimos fatos. O militar apresentou suas razões de defesa, dentro do prazo previsto no regulamento, as quais não foram consideradas suficientes e justificadas por seu Comandante. Em conseqüência disso, após a ampla defesa e oportunidade ao contraditório, o militar foi enquadrado e punido com prisão disciplinar. O RDE tem por finalidade, além de especificar as transgressões disciplinares, estabelecer normas relativas a punições disciplinares, comportamento militar das praças, recursos e recompensas. O Exército reafirma que cumpre rigorosamente os instrumentos legais, agindo com impessoalidade e observando os direitos pétreos previstos na Constituição Federal. SEÇÃO DE COMUNICAÇÃO SOCIAL DO COMANDO MILITAR DO PLANALTO EXÉRCITO BRASILEIRO ONTEM, HOJE E SEMPRE! OS MESMOS VALORES, PRINCÍPIOS E IDEAIS."
fonte: g1.com.br
TSE cancela quase
TSE cancela quase 2 milhões de títulos
Segundo tribunal, cancelamento ocorreu após revisão de cadastro em 1.128 municípios.Bahia teve o maior número de cancelamentos; só Amapá, Roraima e o DF não tiveram.
Segundo tribunal, cancelamento ocorreu após revisão de cadastro em 1.128 municípios.Bahia teve o maior número de cancelamentos; só Amapá, Roraima e o DF não tiveram.
A Justiça Eleitoral cancelou 1.866.020 títulos de eleitores em 24 estados brasileiros. Segundo o Tribunal Superior Eleitoral, deste total, 1.287.562 foram cancelados por meio de revisão determinada pelo tribunal em 1.128 municípios cujo eleitorado era superior a 80% da população no ano passado.
Outros 578.458 foram excluídos do cadastro por determinação dos tribunais regionais eleitorais. Na Bahia foi onde ocorreu o maior número de cancelamentos, 677.790 eleitores perderam o título. Em segundo lugar vem Minas Gerais, que excluiu 211.550 eleitores do cadastro. O Paraná é o terceiro da lista com 128.948 exclusões. Os únicos estados onde não houve cancelamentos foram Amapá, Roraima e o Distrito Federal.
Revisão do eleitorado
Em setembro de 2007, o TSE determinou a revisão do eleitorado em 1.128 dos 5.564 municípios do país, o que envolveu quase um quarto das cidades brasileiras. Desta forma, 6.812.962 eleitores de 24 estados deveriam comparecer ao cartório eleitoral de seu município para regularizar a sua situação. Segundo o TSE, o objetivo da revisão é regularizar o cadastro eleitoral, evitar irregularidades no cadastro e fraudes eleitorais, em virtude das transferências irregulares de eleitores para um município com o qual não possuem qualquer vínculo previsto em lei.
Além disso, o procedimento também tem por finalidade corrigir outras irregularidades como a exclusão de eleitores já falecidos e que ainda estão cadastrados como eleitores no município.
Eleitores aptos
O TSE divulga em julho o cadastro com o número de eleitores aptos a votar nas eleições de 5 de outubro. Segundo o tribunal, apesar de o prazo para o alistamento e pedido de transferência de domicílio eleitoral ter encerrado em 7 de maio, os dados passam por várias processos e a conclusão da auditoria das bases de dados ocorre em 9 de julho.
Só depois desta data será divulgado o número oficial de eleitores que, atualmente, é de 130.013.937 brasileiros.
Revisão do eleitorado
Em setembro de 2007, o TSE determinou a revisão do eleitorado em 1.128 dos 5.564 municípios do país, o que envolveu quase um quarto das cidades brasileiras. Desta forma, 6.812.962 eleitores de 24 estados deveriam comparecer ao cartório eleitoral de seu município para regularizar a sua situação. Segundo o TSE, o objetivo da revisão é regularizar o cadastro eleitoral, evitar irregularidades no cadastro e fraudes eleitorais, em virtude das transferências irregulares de eleitores para um município com o qual não possuem qualquer vínculo previsto em lei.
Além disso, o procedimento também tem por finalidade corrigir outras irregularidades como a exclusão de eleitores já falecidos e que ainda estão cadastrados como eleitores no município.
Eleitores aptos
O TSE divulga em julho o cadastro com o número de eleitores aptos a votar nas eleições de 5 de outubro. Segundo o tribunal, apesar de o prazo para o alistamento e pedido de transferência de domicílio eleitoral ter encerrado em 7 de maio, os dados passam por várias processos e a conclusão da auditoria das bases de dados ocorre em 9 de julho.
Só depois desta data será divulgado o número oficial de eleitores que, atualmente, é de 130.013.937 brasileiros.
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