Assessoria da Polícia Federal diz que até as 12h não notificou a Interpol. Para isso, aguarda ofício da polícia de SP relatando o crime.
A Secretaria Geral da Interpol, com sede em Lyon, na França, informou, por meio de sua assessoria de imprensa, que já está em contato com o escritório da Interpol em Brasília a respeito do roubo das quatro obras de arte da Estação Pinacoteca, no Centro de São Paulo. Entretanto, segundo a assessoria de imprensa da Polícia Federal, até as 12h desta sexta-feira (13) – quase 24 horas após o assalto –, a PF não havia recebido um comunicado oficial da polícia de São Paulo informando o ocorrido.
De acordo com a assessoria de imprensa da PF, apenas após o recebimento desse ofício, com detalhes sobre o crime e as características das obras, é que a Interpol será notificada oficialmente sobre o ocorrido. Sem o ofício, um alerta aos portos e aeroportos do Brasil também não pode ser emitido. A fiscalização segue normal, sem qualquer alteração, segundo a PF.Apesar de a assessoria de imprensa da Secretaria Geral da Interpol informar que a polícia internacional já sabe do crime, não confirma se um alerta sobre o roubo foi emitido para seus 186 países-membro, a exemplo do que fora realizado quando dois quadros do Masp foram furtados em 20 de dezembro de 2007. Um alerta a respeito do roubo também não foi publicado em seu site na internet. Entretanto, segundo a Interpol, uma notificação aos seus 186 países integrantes pode ocorrer independente da publicação no site. Em entrevista à imprensa na noite de quinta-feira (12), o diretor do Departamento de Investigações sobre Crime Organizado (Deic), Youssef Abou Chahin, havia informado que a PF em portos e aeroportos foi avisada para evitar que as duas gravuras e as duas pinturas deixem o país. "Avisamos (as autoridades) em portos e aeroportos. Não sabemos qual é a finalidade que vão dar a essas obras", disse ele. O roubo ocorreu por volta de 12h30 de quinta-feira. Depois desse horário, o edifício da Estação Pinacoteca foi fechado. Armados, os criminosos levaram o óleo sobre cartão de Di Cavalcanti “Mulheres na janela” (1926), duas gravuras do pintor espanhol Pablo Picasso, “O pintor e seu modelo” (1963) e “Minotauro, bebedor e mulheres” (1933), e um guache sobre cartão do pintor naturalizado brasileiro Lasar Segall, “Casal” (1919). Juntas, as obras foram avaliadas em R$ 1 milhão.
De acordo com a assessoria de imprensa da PF, apenas após o recebimento desse ofício, com detalhes sobre o crime e as características das obras, é que a Interpol será notificada oficialmente sobre o ocorrido. Sem o ofício, um alerta aos portos e aeroportos do Brasil também não pode ser emitido. A fiscalização segue normal, sem qualquer alteração, segundo a PF.Apesar de a assessoria de imprensa da Secretaria Geral da Interpol informar que a polícia internacional já sabe do crime, não confirma se um alerta sobre o roubo foi emitido para seus 186 países-membro, a exemplo do que fora realizado quando dois quadros do Masp foram furtados em 20 de dezembro de 2007. Um alerta a respeito do roubo também não foi publicado em seu site na internet. Entretanto, segundo a Interpol, uma notificação aos seus 186 países integrantes pode ocorrer independente da publicação no site. Em entrevista à imprensa na noite de quinta-feira (12), o diretor do Departamento de Investigações sobre Crime Organizado (Deic), Youssef Abou Chahin, havia informado que a PF em portos e aeroportos foi avisada para evitar que as duas gravuras e as duas pinturas deixem o país. "Avisamos (as autoridades) em portos e aeroportos. Não sabemos qual é a finalidade que vão dar a essas obras", disse ele. O roubo ocorreu por volta de 12h30 de quinta-feira. Depois desse horário, o edifício da Estação Pinacoteca foi fechado. Armados, os criminosos levaram o óleo sobre cartão de Di Cavalcanti “Mulheres na janela” (1926), duas gravuras do pintor espanhol Pablo Picasso, “O pintor e seu modelo” (1963) e “Minotauro, bebedor e mulheres” (1933), e um guache sobre cartão do pintor naturalizado brasileiro Lasar Segall, “Casal” (1919). Juntas, as obras foram avaliadas em R$ 1 milhão.
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